Maria Graham: o olhar de uma inglesa sobre o Brasil

Em Papcastle, na Inglaterra, nasceu no dia 19 de julho de 1785, a filha do oficial da marinha britânica, George Dundas, a pequena Maria Dundas. Como membro de uma família de militares de longa geração na Escócia e pertencente à aristocracia britânica, ela teve uma infância abastada e uma educação rigorosa: estudou literatura, história, geografia, botânica e pintura, além dos conhecimentos náuticos providos pelo lado familiar paterno.


A jovem inglesa, a partir de 1795, começou a acompanhar seu pai em suas viagens em patrulha, sobretudo no Oriente, conforme ele ia sendo promovido na hierarquia militar. Em 1808, aos seus 23 anos, ela conheceu o jovem oficial naval Thomas Graham, por quem se apaixonou e, no ano seguinte, casou-se na Índia. Assim, Maria Dundas tornou-se Maria Graham.


Retrato a óleo de Maria Graham, por Sir Thomas Sowell (1819)


Graham, ao longo do século XIX, trabalhou editando e traduzindo livros, a partir do conhecimento obtido em suas viagens. Ela publicou suas experiências no mercado editorial britânico, um verdadeiro desafio para as mulheres de seu tempo. No entanto, naquela época havia uma forte demanda de livros que tratassem de viagens para o exterior, abrindo espaço para que ela narrasse suas passagens pela Índia, Itália e também suas impressões sobre a arte barroca do pintor Nicolas Poussin.


No ano de 1821, foi delegado a Thomas Graham uma missão diplomática: ele teria de comandar uma embarcação até o Chile, no Novo Mundo, a fim de observar as comunidades inglesas lá estabelecidas e assegurar os interesses da Coroa nesses locais. Essa missão, conforme a historiadora Denise Porto (2020), também tinha um objetivo secundário: educar os jovens marinheiros ao longo da viagem, e a professora convidada para essa tarefa foi Maria Graham. Ela assumiu esse dever com a marinha britânica e foi a única mulher em uma embarcação de 400 homens.


Retrato a óleo de Maria Graham, por John Jackson (1819)


Os preparativos para viagem, que seria realizada a bordo da fragata Dóris, somente foram finalizados em julho de 1821. Dois meses depois, Thomas e sua esposa chegaram à América. Ele optou por fazer um desvio para alcançar o Chile mais depressa, porém veio parar na região nordeste brasileira, na província de Pernambuco.


Ao chegar ao Brasil, Maria deparou-se com uma realidade completamente nova deslumbrando-se com a beleza natural da província: as paisagens, os relevos, a flora como também com as pessoas que conheceu. Em contrapartida, ela ficou profundamente desgostosa frente à realidade da escravidão no Brasil. Ela observou crianças, mulheres e homens em uma condição dramática, Graham, inclusive, passou a estudar a escravidão com mais profundidade e até desenhou algumas cenas:



Escravos carregando uma pipa nas ruas de Pernambuco, por Maria Graham (1824)


Em sua primeira passagem pelo Brasil, a inglesa não ficou muito tempo, e embora tenha conhecido outras províncias, como a Bahia e o Rio de Janeiro (onde pode testemunhar “O Fico”), ela logo teve de seguir sua jornada. Em 1822, Graham finalmente chegou ao seu destino. Ela começou a fazer diversos registros sobre as características do Chile, a cultura, a natureza, os aspectos políticos e engajou-se na escrita de um novo diário de viagem.


Desenho de Valparaíso, Chile, por Maria Graham (1824)


Quando passavam pelo Alto do Cabo Horn, na Terra do Fogo, Thomas Graham faleceu, deixando sua viúva em profundo desalento. Como, contudo, a missão inicial que lhes fora dada já havia sido cumprida, ela foi a Valparaíso, onde ficou nove meses. Nesse tempo, conforme Rezzutti (2017), ela encontrou o Almirante Cochrane, um conhecido de sua infância, que estava se dirigindo ao Brasil após ser contratado pelo governo imperial para organizar a esquadra brasileira. Graham não desejava regressar à Inglaterra naquele momento, então decidiu viajar com ele, chegando ao Rio de Janeiro em 1823.


Lord Thomas Cochrane, por James Ramsey (1811)


O retorno de Graham ao Brasil fez com que ela restabelecesse o contato com as pessoas que conheceu na primeira viagem, dentre elas figuras próximas ao casal imperial, como o Visconde e a Viscondessa do Rio Seco e também José Bonifácio. Conforme Porto (2020), eles deram a ideia de Maria Graham se tornar a tutora da princesa Maria da Glória e articularam com os imperadores para que a aprovassem. Quanto a ideia de ser preceptora da herdeira, Graham respondeu:


"[...] Que coisa deliciosa, salvar esta linda criança das mãos das criaturas que a cercam, educa-la como uma dama europeia – ensinar-lhe, já que ela terá que governar este grande país, que o Povo é menos feito para os Reis, que os Reis para o Povo."

Graham, nesse momento, tinha como ocupação, apenas, a organização do seu material de pesquisa sobre o Chile. Quando ela chegou ao Brasil não possuía um plano estabelecido e a ideia de se tornar tutora da jovem princesa era-lhe muito bem vista, sobretudo devido ao alto reconhecimento social que uma preceptora gozava no século XIX, era o ápice para uma educadora. Além disso, ela era liberal, posicionava-se contra a escravidão, tinha um considerável repertório intelectual, cultural, linguístico, artístico e político, características que chamaram positivamente a atenção de Bonifácio.


O casal de imperadores aceitou a indicação de Graham, ela logo prontificou-se a preparar os materiais de estudo, contudo havia poucas referências bibliográficas com a qual ela tivesse afinidade no Brasil, assim pediu licença de um ano ao D. Pedro I para poder ir à Inglaterra e coletar livros e materiais de estudos, no que foi atendida. Ela pretendia educar as infantas à forma europeia. Graham, então, partiu e nesse tempo que ficou na Europa conseguiu finalizar suas obras: “Diário de uma Viagem ao Chile” e “Diário de Uma Viagem ao Brasil”, duas narrativas de valor histórico e cultural importantes, seu diário sobre o Chile, inclusive, fez com que ela se tornasse significativamente popular e celebrada naquele país.

Quando findou seus objetivos na Inglaterra, ela regressou ao império e deu início aos seus trabalhos. Porto (2020) afirma que a preceptora tinha “carta branca” dos imperadores para educar as crianças, porém Graham encontrou inúmeras dificuldades em sua tarefa. A impressão que a preceptora tinha sobre a princesa herdeira era de uma menina inteligente, contudo dotada de maus hábitos impregnados pela corte. Além disso, ela acreditava que a forma como conduziam sua rotina era completamente inadequada para uma criança: ela era banhada em um lugar de livre circulação, onde os funcionários do palácio podiam vê-la livremente; quando ia à capela não se comportava, corria pela igreja e impedia as cerimônias. Contudo, o que mais chocou a preceptora era a forma que ela respondia quando era corrigida:


"De d. Maria da Glória, sua discípula e pupila por espaço de um mês e dias, conta alguns incidentes denunciadores de sua vivacidade. De certa vez em que lhe chamou a atenção para que imitasse as maneiras delicadas de sua mãe, a criança saiu-se com esta réplica: “Oh! Todo o mundo diz que eu sou como Papai, muito parecida!” Em outra ocasião, quando foi apresentada no Paço uma filha de d. Domitila de Castro, a princesinha recusou sentar-se à mesa com a que chamava a “bastarda”; o imperador insistiu e ameaçou-a com uma bofetada, ao que ela se voltou orgulhosamente e disse: “Uma bofetada! Com efeito! Nunca se ouviu dizer que uma rainha, por direito próprio, fosse tratada com uma bofetada!”

Outro grande empecilho que Graham encontrou foi a recusa da corte quanto a sua presença no palácio. Segundo Rezzutti (2017), os funcionários do palácio preferiam que a preceptora das princesas fosse uma portuguesa e não uma inglesa, não concordando, tampouco, com seus métodos. Os funcionários da corte, então, dificultavam seu trabalho e faziam inúmeras queixas ao Imperador contra Graham. A inglesa também não poupou comentários a respeito deles, o desgosto era mútuo, e, em sua futura obra, ela revelou:


"[...] o quadro que traça da vida do Paço de São Cristóvão, animada por uma porção de intrigantes e aduladores, obedientes ao mando do barbeiro Plácido, indivíduo sobre todos antipático, e até desonesto, como alega; dos hábitos dessa gente sem a educação compatível com as funções que tinha, da canalha, como a qualificara a imperatriz, sua descrição é bastante viva, mas deve merecer fé. Entre as damas do Paço salva-se apenas a camareira mór, marquesa de Aguiar, de família nobre, de excelente caráter e, para portuguesa, de boa educação."

Por um lado, Graham recorria à Imperatriz Leopoldina, que, no entanto, nada podia fazer porque perdera muito sua influência na medida em que o Imperador passou a governar sozinho, movimento que impactou os funcionários do palácio e a educação das crianças. Por outro, a cada queixa feita contra ela, D. Pedro I restringia cada vez mais suas ações educativas, até o ponto de permitir que ela apenas acompanhasse as crianças em seus passeios e lecionasse inglês quando necessário, e esse foi o momento crítico para ela:


"[...] nada me tentaria a permanecer onde o meu caráter era tão pouco compreendido e meus serviços tão mal apreciados; [...]minha vida havia sido a de um prisioneiro de estado e ainda submetida a todas as espécies de impertinências e insolências por parte de pessoas da mais baixa extração, pois como tal certamente considerava o barbeiro Plácido e as criadas do Paço."

Assim, em outubro de 1824, ela escreveu uma carta ao Imperador encerrando seus serviços um mês depois de iniciar como preceptora. A trama do palácio contra ela foi mais forte e ela teve de se retirar do Paço de São Cristóvão. Nesse momento, Graham encontrou-se sem trabalho e dinheiro, seus serviços como educadora não foram remunerados, tampouco o investimento no material que ela adquiriu na Inglaterra fora ressarcido. O mordomo da casa imperial, Plácido Antônio Pereira de Abreu, era responsável pelos pagamentos dos funcionários do palácio, mas ele não a pagou e ainda providenciou para que o restante de sua estadia no Rio de Janeiro fosse bastante difícil. Segundo ela, Plácido era do “Partido de Domitila”, logo, não se davam bem, inclusive, conforme Porto (2020), ele foi responsável por segurar as documentações necessárias para seu retorno à Inglaterra.


A partir desse momento, ela começou a receber ajuda de seus amigos que lhe forneceram asilo. Primeiramente, ela foi morar em Santa Rita, onde ficou por quatro meses; em seguida foi acolhida pela Madame Lisboa, Maria Eufrásia de Lima, que lhe emprestou sua casa em Laranjeiras. A ex-preceptora descreveu sua nova residência e os arredores como um lugar afastado, repleto de natureza e sítios, inclusive havia um quilombo próximo de sua casa, cujos membros ajudavam-na, pois a viam como uma amiga. Contudo, ainda que recebesse ajuda, ela teve de vender muitos de seus pertences para conseguir sobreviver, como livros, joias, pinturas etc.


Laranjeiras fora dos limites do Rio de Janeiro, por Maria Graham (1824)


A historiadora Denise Porto (2021) aponta que a imagem de Graham ficou socialmente comprometida devido sua saída do Paço, passando a ser vista como uma “intrigante política”, o que ocasionou a perda de apoio e o afastamento de diversos amigos ingleses. Dessa forma, em 1825, ela começou a se dedicar ao seu trabalho botânico e entrou em contato com o Keygarden, o Jardim Botânico de Londres, e passou a fazer herborizações e desenhos para serem enviados à Inglaterra, conseguindo, assim, rentabilizar o seu trabalho. Ela, inclusive, conseguiu apoio de von Martius, membro da Missão Austro-Bávara no Brasil de 1817 e autor da obra Flora Braziliense.


Em julho do mesmo ano, chegou ao Brasil o Ministro Plenipotenciário inglês Sir Charles Stuart, responsável por mediar as tratativas diplomáticas de reconhecimento da independência entre Portugal e Brasil. Graham, ao saber de sua vinda, procurou um amigo deles em comum, o Almirante George Eyre, e pediu para que ele pudesse criar uma ponte entre eles. Graham pretendia solicitar a ajuda dele para poder regressar ao seu país. Eyre organizou uma corrida de cavalos e um almoço na enseada de Botafogo e convidou os Imperadores, os políticos do reino, Charles Stuart e ela:


"O Imperador nunca falhava nestas ocasiões e trouxera a Imperatriz para esta roda inglesa, de que ela se orgulhava não pouco, muito antes dos animais estarem prontos para partir. A princípio os soberanos estavam na outra extremidade da pista, mas como não havia lá sombra nem brisa, foram compelidos a se abrigar do nosso lado para sua comodidade. Quando o carro do Imperador fazia a curva para se colocarem posição, suas Majestades cumprimentaram o grupo do Almirante, e, depois, Dom Pedro, com sua voz poderosa, ordenou-me que me aproximasse e falasse à Imperatriz [...]onde tive com ela uma curta conversa, tal como o tempo e o lugar me permitiam. Voltei ao meu grupo, onde encontrei o Almirante não pouco espantado, alguns de seus oficiais encantados, e Sir Charles Stuart, divertido pela delicadeza demonstrada para com a ex-governante."

A repercussão do almoço foi significativamente positiva para a revitalização da imagem de Graham: ao ser cumprimentada e bem recebida pelos imperadores ela pôs fim a sua alcunha de intrigante política. O próprio ministro Charles reconheceu a inveracidade das difamações contra a ex-preceptora e esse evento serviu-lhe como uma grande absolvição:


"Sir Charles disse-me alguma coisa para me significar que não era preciso que eu afirmasse não ter deixado o Paço por causa de nenhum desentendimento pessoal ou aborrecimento, pois que Suas Majestades haviam determinado declarar cabalmente isto para mim."

Após esses acontecimentos, Maria Graham conseguiu seus documentos e a passagem, partindo pouco depois em um navio de carga chamado “Sibillia”. Ela relembrou mais tarde, em sua obra, de estar feliz por voltar ao seu país, mas também entristecida por ter de se despedir dos laços que criou no Brasil, sobretudo com a Imperatriz Leopoldina, cujo sofrimento foi mútuo, e também pelo Barão de Mareschal que sempre lhe prestou auxílio quando solicitava. Contudo, ainda que tivesse boas lembranças guardadas, igualmente, havia ressentimentos que ela não conseguiu superar. Logo após o seu retorno a Londres, em novembro de 1825, ela passou uma temporada na casa de campo da família do Ministro Charles Stuart e durante sua estadia ela lhe enviou uma carta onde revelou:


“Cada hora que passa torno-me mais grata e devedora ao senhor por ter me dado a coragem de voltar para casa. E a cada hora entendo melhor o quanto o Rio de Janeiro deve-lhe ser incômodo. Essa semana que passei em Winton permitiu-me compreender melhor a estranha diferença que o senhor deve sentir entre o seu lar e o Brasil. Suas filhas bombardearam-me com perguntas sem fim sobre “o nosso papai, o lugar, as menininhas e a casa onde o papai vive”. As crianças ficaram deliciadas com a descrição dos papagaios e, em grande expectativa, a respeito dos macacos. Em pouco tempo tinham pilhado toda a sua biblioteca de livros de história natural à procura de gravuras que os mostrassem. Fiquei, sobretudo, preocupada em revelar-lhes exatamente que lugar tão miserável é o Rio de Janeiro.” [...] (Carta de Graham ao Sir Stuart, 1825)

Em 1827, Graham conheceu o pintor August Callcot, com quem se casou e passou a chamar-se Maria Callcot. Dez anos depois, com a ascensão da Rainha Vitória, ele foi nomeado ao título de “Sir” devido aos seus trabalhos artísticos e de conservação das obras reais, assim Maria tornou-se Lady Callcott da corte britânica.


No ano de 1826, período em que se compreende o seu retorno, até seu falecimento, ela escreveu mais de 10 livros em diferentes temáticas: história, botânica, educação etc. Uma de suas obras mais famosas tornou-se um “best-seller”, no qual ela relata a história da Inglaterra em uma narrativa infantil, pois se tratava de um livro para crianças, cujo nome é “História da Inglaterra Para o Pequeno Arthur” e que foi traduzido para o português na época. Além disso, em 1838, ela publicou o “Escorço Biográfico de D. Pedro I”, no qual narrou sua experiência no Brasil, incluindo uma análise da figura do imperador e da independência do Império.

Retrato a óleo de Maria Graham, por August Callcot


Em 1831, durante sua viagem à Itália, Callcott começou a ficar debilitada em razão do rompimento de um vaso sanguíneo. Seu quadro de saúde a impediu de continuar as viagens e expedições, levando-a a dedicar-se somente às suas obras. Em 1838, o agravamento de sua situação a impediu de continuar a escrever. Recorreu, então, a uma amiga para que a ajudasse a finalizar seus textos.


Quatro anos depois, em 1842, Lady Callcott faleceu deixando por legado ao mundo suas obras: os seus diários de viagens. No que concerne ao Brasil, seus livros foram apreciados na posteridade por diversos historiadores, dentre eles, Gilberto Freyre. Ademais, Maria Graham ou Lady Callcott, em seu respectivo momento, foi responsável por tornar o Brasil mais conhecido internacionalmente pelo ponto de vista de uma testemunha ocular de grandes acontecimentos históricos da primeira fase da monarquia independente, competindo a ela, dessa forma, ênfase na história e memória brasileira.




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Por Samuel Santos


Graduado em História pela Universidade Paulista. Escreve sobre História do Brasil, Geral e Micro-História.

 

Referências


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